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Runner Wannabe

Coisas da corrida de uma pretendente a corredora amadora.

Runner Wannabe

Coisas da corrida de uma pretendente a corredora amadora.

01
Ago18

Pedaladas!


Runner Wannabe

Por aqui não se tem parado!

Caminhada e bicicleta tem sido os principais focos...quer dizer...mais bicicleta que caminhada!

A verdade é que as caminhadas - as que gosto de fazer - consomem demasiado tempo. Neste aspecto, andar de bicicleta é muito, mas muito mais económico!

Nestas últimas 3 semanas só por uma vez fiz caminhada (dia 15) e ainda assim foram só 12 km. Comecei tarde e tinha compromissos, não deu para mais, mas valeu a pena pela paisagem! Ora vejam!

 

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Se isto não dá vontade de adicionar uma fase de voo entre os apoios!

 

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 E aqui?

 

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E aqui?

 

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Pois...

 

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Idem...

 

 

 

 

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Sim...pessoas a correr...

 

No fim-de-semana seguinte (dia 22), foi a vez da bicicleta entrar em acção, mas não sem antes dar uns passeios durante a semana (30km no total), para ver como o corpo reagia. Reagiu bem!

 

O passeio de fim-de-semana, correu melhor que o esperado! Foram 20km, durante os quais me senti sempre controlada, aliás pedalei com bastante desembaraço, tendo chegado ao final da demanda, convicta de que poderia ter feito mais 10 ou 15km, e terminar em bom estado! Fiquei surpreendida pela não-recuperação, pelo não-dorido e por aquela sensação de que podia ter feito mais - que ficou a espicaçar o espírito!

 

Fotos de alguns dos locais por onde passei.

 

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Valada, Cartaxo.

 

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Praia fluvial de Valada.

 

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 Palhota - pequeno cais (maré vazia).

 

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Palhota - casa típica da cultura avieira.

 

Entusiasmada por este passeio, pedalei todos os dias da semana seguinte, tendo chegado a 6F (dia 27), com um acumulado de 70km - média de 14km/dia. Talvez tenha sido um "salto" demasiado grande...Descansei e repus energias durante o Sábado, e no Domingo fui dar outro giro!

 

Não me sentia particularmente fresca. Planeei dar uma volta que no máximo contasse 20km, já que tinha abusado um pouco durante a semana. Ao km 5 cruzo-me e troco algumas palavras com o Jorge Branco que tinha ido passear a Alemã dele! :) e por volta do km 11 cruzei-me com um casal de peregrinos a caminho de Santiago de Compostela -  faziam a etapa Valada -Santarém. É meu hábito parar e perguntar se precisam de alguma coisa, fornecer-lhes informações pertinentes para a referida etapa e dar uma palavra de apoio. Refiro-me a um trecho de 14 km onde não se passa por qualquer população e não há locais para reabastecimento de água. Ainda por cima o último café, onde poderiam reabastecer, estava fechado porque era Domingo!

 

Tratava-se de um casal de espanhóis, oriundo de Santander, e experiente nestas coisas dos Caminhos de Santiago! Caminhavam devagar. A senhora queixava-se de uma dor no pé, mas com uma convição inabalável de que iria concluir a etapa desse dia (para a qual precisava de caminhar mais 15km)! Depois de 10 minutos de conversa, fiquei a saber que já tinham feito o Caminho Francês, o Caminho Inglês e  a Via de la Plata -  com um pequeno pormenor...a Via de la Plata começa em Sevilha, mas estes malucos começaram a caminhar em Cadiz, 120km antes de Sevilha!. Isto é todo um outro nível de compromisso para com o Caminho!

Quando retomei o meu passeio, decidi ampliá-lo um pouco. Se a peregrina, limitada num pé, iria fazer mais 15km, eu sem mazela alguma não iria fazer menos que 15km e de bicicleta. Acho que a sua coragem inspirou-me ! :)

 

Segui caminho, cruzei-me com peregrinos de bicicleta e com alguns praticantes de BTT. Fiz dois sprints para me livrar de cães - do tamanho de burros e velozes que nem chitas (que exagero!)  e cheguei a casa com um sorriso enorme e com o rabo feito num oito! Sim, que isto de andar em BTT (reparem que eu não digo que faço BTT), por terrenos irregulares, massacram as "almofadinhas", que até se habituarem devidamente, produzem este sintoma!

 

O suposto passeio de 20Km, passou quase para o dobro, mais precisamente 38km! - Obrigada pelo "empurrãozinho", cara peregrina! Cheguei em bom estado - em termos musculares - mas quase que fiquei com um andar novo! :) É uma questão de hábito! No dia seguinte quando me voltei a sentar na bicicleta...ui...rabo e pernas estavam a fazer boicote! Mas lá fomos dar uma voltinha pequena, lenta e desconfortável! ;)

 

Com estas brincadeiras perdi 2kg nas últimas 3 semanas! Não estava à espera...mas depois de olhar para o aumento de "pedalagem"...até se compreende!

 

Dores? Tensões? Gelo? Pomadas? 

Nada...excepto o rabo dorido (que já passou!)

 

Esta semana é para diminuir a "pedalagem", para não entrar em exageros!

 

Boas corridas!

 

08
Jul18

E desta vez?


Runner Wannabe

 

O que é - desta vez?

Como se trata – desta vez?

Quando posso voltar a correr – desta vez?

 

E nisto passaram-se quase 2 anos...

 

Então e desta vez?

Desta vez, tomei o gosto por acordar e não sentir tensões musculares! Desta vez, tomei o gosto por não sentir necessidade de defender uma articulação ou músculo de um qualquer movimento. Desta vez, não terei de passar consideravel tempo diário dedicado a automassagens, alongamentos e reforço muscular aqui-ali-ali-e-ali.

 

O que aconteceu?

Deixei de forçar o meu corpo a fazer aquilo que ao longo de 2 dezenas de meses, me dizia não ser a “cena dele”! Durante esse tempo, a mente discordou do corpo... mas agora já está mais convencida (a muito custo). Deixei de correr. Foi – e continua a ser – um processo um pouco difícil, mas a birra já foi maior!

 

E agora?

Antes de começar a correr, dedicava-me a caminhadas - 15k a 30k – e andava de bicicleta. Por agora, vou-me dedicar as estas actividades – na medida do possível. Manter-me em forma é o objectivo – a verdade seja dita, a corrida não me estava a dar isso!

Faço semanalmente cerca de 30km de bicicleta, sim, não é grande coisa, mas já é alguma coisa! E este fim-de-semana fui revisitar os meus dotes de caminheira!

 

A caminhada

Aproveitei estar à beirinha dos Caminhos do Tejo, para fazer uma caminhada de 20km – em modo turismo - até Santarém, por caminhos seguros e sinalizados – de uma ou de de outra maneira ;). Trata-se de um percurso plano até chegar ao sopé do monte onde decidiram “plantar” a cidade. Curiosamente, foi o caminho de subida e terreno irregular, o que mais gostei de fazer!

 

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Um dos marcos, com uma "pedrinha" interessante!

 

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É suposto as organizações retirarem as fitas após conclusão da prova,

mas ainda bem que estas não foram retiradas, pois não haviam marcos

ou setas a indicar qual dos caminhos de uma bifurcação devia ser seguido!

 

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Tejo e a Ponte D. Luís lá ao fundo (quase a chegar).

 

Terminámos pelas 10:45, a caminhada que começou pelas 5:30 da manhã! Sim, isto de caminhar tem este pequeno pormenor...geralmente começa assim que há alguma claridade! O tempo contabilizado a caminhar foi de 4:30h.

Tal como na corrida, nas coisas das caminhadas também tem de se repor energias. Eram 8:00 já estávamos a lanchar! Antes e depois da “hora da bucha” - vulgo, lanche - as conversas orbitavam em torno de comida, para variar! O mote era sempre o mesmo: “sabem o que é que me apetecia comer, agora?” e depois seguiam-se as hipóteses mais saloias e saturadas de colesterol que podiam passar pelas nossas mentes! É escusado dizer que, assim que apanhámos o primeiro café/restaurante aberto...fomos prestar a nossa homenagem consumista!

Para nosso contentamento - quase infantil - quando a boleia nos foi buscar ao ponto de encontro, ia artilhada com uma bomba calórica sob a forma de caixa repleta de mil-folhas fresquinhos, cujos vestígios mais duradouros foram os resíduos mucilaginosos que ficaram nos dedos - e que nem tiveram tempo para entranhar na pele! Não, não há fotografias que o comprovem. Não houve tempo! Foi tudo muito rápido!

 

Como reagiu o corpo?

 

Para minha grande surpresa, corpo e mente estavam de acordo numa coisa – havia energia – para mais 10k de caminhada! Mas não fazia parte do plano, acrescentar mais 50% à distância inicial!

Depois de arrefecer, foi com redobrado agrado que percebi que não haviam tensões, mazelas ou dores! Aliás, cheguei a casa e...fui fazer algumas limpezas! Contudo após almoço... fui tomada de assalto por um sono imenso – mas daquele que dá para ficar rabugenta! É que nem eu me conseguia aturar! Depois de passar um pouco pelas “brasas” lá desci a causticidade do meu humor - para meu bem e para bem dos que me rodeavam!

Hoje continuo a sentir-me bem, sem sintomas ou sinais de alarme – ah... e com um humor notoriamente mais fofinho!

 

Dito isto, com muita probabilidade, caminhadas (e bicicleta), serão os pratos principais do meu menu de actividades físicas, nos próximos tempos!

 

Então e a corrida?

A corrida está na prateleira das coisas que continuo-a-querer-fazer-mas-por-agora-não. Finalmente, consegui encaixar a ideia de que não posso correr nos moldes dos demais corredores amadores – ou seja, treinar regularmente, evoluir na distância, na forma física, almejar os 10K...e por aí em diante. Por agora – e nos últimos quase-dois-anos, isto nunca esteve ao meu alcance - sem o “brinde” das lesões! Se alguma vez vai estar? Não sei, mas não tenho vontade de experimentar nos tempos próximos! Ai e tal... isto parece aquela conversa do “gato escaldado, de água fria tem medo”. Nada disso! Nunca me deixei de me atirar (à água)...mas efectivamente estava quase sempre quente! Agora vou fazer um intervalo. A vontade de não andar sempre aos aís e uis superiorizou-se à de querer correr – de forma assídua.

 

Conheço-me o suficiente para poder dizer que é só uma questão de tempo, até voltar a tentar, mas não há data definida, não há pressão, não há expectativas.

Por agora caminhadas e bicicleta, está bom!

 

Boas corridas!

 

26
Abr18

41.ª Corrida da Liberdade


Runner Wannabe

 

"Um conjunto de corredores fardados a rigor, entrou na “minha” carruagem e sacudiu-me do torpor matinal, de quem não se importa de passar pelas brasas por "só mais cinco minutos"!  Nas paragens seguintes, outros grupos que se dirigiam para o mesmo destino, juntaram-se à festa e compuseram a palete de cores da carruagem, com um claro predomínio de cores que se veem a partir da Lua!

 

Enquanto a malta ia para a corrida, eu ia para o massagista – pensava eu em jeito tugo-fatalista - mas depois lá me distraí com as conversas dos corredores - coisa tugo-típica.

Falavam de tempos, marcas, corridas, equipamentos, treino, particularidades do percurso, provas passadas e provas futuras.

Passaram-se algumas estações, passou-me o sono… e ali estava eu, disfarçada de “civil”, a sorver as informações, a achar piada e a pensar: na próxima Corrida da Liberdade, já poderei usar a vossa “farda” e seguir com o resto do batalhão!"

 

Foi assim que introduzi o texto que escrevi há 1 ano. Estava lesionada e impedida de correr. Um ano depois, longe dos 100% (talvez a 65% bem medidos!), não só participei nesta corrida, como consegui completar a distância, que se tornou a maior distância feita por mim, em corrida!

Digo isto pois parti mentalizada que se me ressentisse da uma lesão, encostava à berma....

 

Quer isto dizer que não me ressenti? Não, nada disso!

Encostei à berma? Não...

(Silêncio)

 

Ressenti-me sim senhor, mas tentei gerir da melhor maneira possível!

Um dia ganharei juízo para saber parar... até lá...vou arranjando desculpas para não desistir de uma corrida. Ainda para mais, iria adicionar mais alguns metros à maior distância feita por mim em corridas! Em rigor foram 10,710 km! Número "redondo" este! Fiquei com pena, devo confessar, se não fosse o engarrafamento de corredores logo após a meta, teria acelerado de forma épica (not), por mais 290m e teria completado uma "Maratona de Roma"! 

 

 

Foi a minha 1.ª participação - como já se percebeu. 

Cheguei com 45 minutos de antecedência...27 dos quais passados na fila para a casa-de-banho!!! Sim, casa-de-banho! Não me vou alongar em considerações, mas...senhores da organização, na próxima edição por favor coloquem algumas casas de banho portáteis, para dar vazão a urgências de última hora! Quer-se correr em liberdade e com liberdade e alegria nos movimentos!

 

Saí da casa de banho diretinha para a corrida, só houve tempo para - lavar as mãos e -  registar numa selfie a armada 4 ao km de serviço! 

 

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Os bravos de amarelo: João Lima, Isa, Victor, moi e Rute. 

 

Apanhei boleia na cauda do pelotão, e em amena cavaqueira, os quilómetros foram passando em excelente companhia!

Pouco depois do km 5 a minha lesão (mais recente - coxa), começou a dar sinal, mas o ritmo ia lento e portanto deu para gerir a coisa. Um pouco mais à frente - na zona dos túneis - a lesão parecia querer assanhar-se um pouco, mas  a topografia nivelou e foi gerir até ao fim. Para além desta mazela, juntou-se à festa uma velha conhecida, que se alapou junto ao joelho direito a partir do km 8-e-qualquer-coisa... Mas a verdade seja dita! A malta ia tão animada, que me fui distraindo com a conversa! Quando dei por mim estava a chegar aos Restauradores e a completar 11km-menos-290m!

 

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 Esta foto é a perfeita ilustração de quem está batido nestas andanças! Reparem, eles micam os fotógrafos e posam todos para a flashada! Eu só vejo os fotógrafos praticamente em cima do acontecimento...e depois apanham aqueles meus looks "simpáticos" e "bem-dispostos"!!! 

 

(...) na próxima Corrida da Liberdade, já poderei usar a vossa “farda” e seguir com o resto do batalhão!"

 

Não só participei nesta Corrida da Liberdade, como levava a farda de uma "tropa" especial, farda essa que há um ano  jamais me passaria pela cabeça usar! Ontem cortei a meta com eles! Não vão ser muitas as oportunidades de voltar a acontecer, dada a ligeireza com que limpam 10 ou 20km, num dia mau!

Foi simpática e bonita a forma como cortámos a meta. Ainda não há foto que comprove, mas actualizarei este post, assim que o ficheiro chegar à redacção.

 

Foi uma manhã muito bem passada e em excelente companhia!

Obrigada a todos e que tenhamos a oportunidade de fazer muitas mais edições da Corrida da Liberdade!

 

Boas corridas!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

09
Abr18

De regresso às corridas


Runner Wannabe

 

Já não participava em corridas desde 3 de Dezembro de 2017 – 10 km dos Descobrimentos.

Voltei a participar numa corrida este fim-de-semana, mais de 4 meses depois! E que melhor ocasião para regressar ao asfalto – de dorsal ao peito – que a Corrida do Benfica António Leitão? :)

 

Porquê tanto tempo entre uma e outra corrida?

Lesões, what else?

Descansem, não vou puxar pelo rol de maleitas, nem vou carpir o tempo que passei lesionada, contar das recaídas e afins! Imaginem 4 meses de relatos deste género! Boring, muito boring...e sad!

 

Voltei a participar numa corrida! Apesar de não estar livre de chatices, já consigo treinar com regularidade e no momento só me interessa poder correr, mesmo que progredindo devagarinho.

 

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                                                                       Quase a entrar em acção!

                                                                        (João Lima, moi même, Orlando e Aurélio)

 

Depois de muito pensar – e de esperar por bons treinos – lá decidi pela inscrição na Corrida que homenageou o clube do meu coração e um grande atleta, António Leitão.

 

Comecei de forma conservativa - no último treino antes da corrida ressenti-me de uma lesão  e alinhei na corrida a correr a medo e só me libertei destas coisas lá para o quilómetro 7! Até lá foi gerir corpo e espírito o melhor que sabia!

 

O mar de papoilas corredoras que deram cor e volume a esta corrida, estavam super bem dispostas, com especial destaque para o momento da passagem pelo Estádio da Luz durante o 4.º km. Enquanto fazia parte do coro que aproveitava a acústica do estacionamento para gritar pelo meu clube, percebi que ía mesmo subir ao relvado - confesso que não sabia - fiquei tão contente! Não, nem por isso corri mais depressa, mas tive um pouquinho da visão de toda aquela imensidão a partir do relvado!

 

 A minha corrida teve os seus altos e baixos, contudo, o facto dos segundos 5km terem sido bem mais rápidos que os primeiros - apesar das dificuldades acrescidas que os segundos impuseram - acabaram por me indicar que a coisa correu bem melhor do que o que esperava!

 

Toda a corrida foi gerida de modo a conseguir concluí-la e por isso fui gerindo o esforço o melhor que soube, mas por volta do km 7, após abastecimento, não sei bem o que me deu. Comecei a acelerar ...e só parei na meta com o último km corrido a 5:22min/km que em runner wannabês é quase à velocidade do som!

 

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                                                                                     A medalha

 

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                                                                                 4 ao km na Luz!

 

Espero ter regressado às corridas e que desta vez seja bem mais assídua e com menos imprevistos! 

 

A recuperação está a correr bem, mas só saberei se as peças estão todas no sítio, após o treino pós-corrida. A ver vamos!

 

A organização esteve impecável  – partidas por tempos ajudam imenso na prevenção de confusões e nunca vi tantos abastecimentos numa outra corrida de 10Km! O ambiente estava óptimo, muita boa disposição e espero poder estar na 14.ª edição!

 

Uma palavra de agradecimento ao João Lima pela paciência, incentivo e apoio que ao longo deste tempo de ausência de lides bloguísticas, me foi dando.Obrigada!

 

Boas corridas a todos!

 

19
Dez17

São só mais umas mazelas...


Runner Wannabe

Ainda estou a tratar dos problemas que afectam os joelhos!

 

Aparentemente, o joelho esquerdo acusou o esforço acrescido, proposto pelo tipo de piso e percurso do Corre Jamor. Está quase bom!

 

O problema que se exteriorizou no joelho direito durante os Descobrimentos, parece estar relacionado com a fáscia e (talvez) isquiotibiais encurtados. 

Em recuperação...

 

Estou a precisar disto:

 

Boas corridas!

 

 

05
Dez17

10Km dos Descobrimentos


Runner Wannabe

 

A semana tinha sido pouco prometedora.

Uma dorzinha decidira alojar-se no meu joelho esquerdo, sem grandes explicações. Dei-lhe descanso (cancelei um treino) e mimo, mas a evolução da situação deixou-me hesitante até Sábado, quando decidi fazer 15 minutos de corrida, para ver se algum “arame” se desprendia! Não sei se foi do frio, mas a “dobradiça empenada”, não se queixou! O sinal era positivo, mas precisava de perceber como reagia durante o resto do dia.

Portou-se bem!

 

O Domingo acordou gelado e eu acordei uma hora mais cedo que o previsto! Não me senti particularmente ansiosa,  preocupava-me mais um frio que iria rapar!

Vesti-me por camadas – parecia o boneco da Michelin - e ainda tive direito a gorro, luvas e cachecol.... Ok, sou friorenta, mas no Domingo estava efectivamente muito frio! Talvez a adrenalina pudesse compensar, mais tarde!

 

Quanto a objectivos, terminar a distância sem o joelho ceder, já seria óptimo!

Fazer um tempo na casa do minuto 5 depois da hora, seria excelente!

 

Com o tempo contadinho ao minuto, lá segui para Lisboa a partir da Lezíria Ribatejana!

Os bravos descobridores portugueses enfrentaram muitas dificuldades e contratempos, nas suas viagens mar fora! Volvidos 500 anos, eu só queria chegar a tempo e a horas do começo dos 10km que homenageavam os feitos destes heróis, homenagem que a Xistarca estendeu aos outros heróis portugueses, os bombeiros, especificamente os bombeiros de Pampilhosa da Serra! Estes homens e mulheres que este ano elevaram o significado de coragem, bravura, humildade e capacidade de sacrifício, perante a tragédia que assolou a sua região e as suas gentes, que foram e são também, a nossa região e as nossas gentes!

Obrigada senhores bombeiros!

 

Foram várias as etapas que tive de fazer até chegar aos Jardins do Império! Todas as “caravelas” que apanhei, atrasaram-se, e os minutos que já iam contados... começaram a contrair!

Eis o cenário: ainda não tinha dorsal, teria de guardar a mochila, fazer o xixi profiláctico e fazer um aquecimento - mais necessário ainda, dado o frio que se fazia sentir!

 

Apanhei a última “caravela” no Cais do Sodré e aproveito para me livrar de algumas camadas de roupa. Para meu contentamento, havia mais corredores a prepararem o equipamento, a colocar dorsais e chips! E se eu achava que ia ser estranho tirar uma das duas calças que vestia...relativizei quando a 2 bancos de mim, uma moça já se tinha descascado até ao top de corrida!

 

Saio em Belém às 9:10, a 25 minutos do tiro de partida para os 10km. Aproveitei a distância até ao local de encontro (junto à meta), para fazer uma corridinha de aquecimento. No entretanto, passo pelo local de partida e que vejo eu? Um conjunto de casas de banho portáteis....sem filas intermináveis, aliás sem filas! Aproveitei e fiz de imediato uma paragem técnica, que de profiláctica tinha passado a necessária! Segui para o local de encontro, onde me aguardava o João Lima e o João Cravo, elemento dos 4 ao km que ainda não tinha tido oportunidade de conhecer pessoalmente! 

 

Dorsal e chip colocado e algumas palavras trocadas, por entre o agitar próprio do “está um frio do caraças!” Despeço-me dos colegas que estavam sensivelmente a 30 minutos de encetar a empreitada dos 21,097, mas eu estava a 5 minutos da minha, tinha de me despachar!

 

Rumei à partida em ritmo de aquecimento e lá encontrei o local certo de onde partir.

Faltavam 3 minutos, percebi que estava com alguma sede...paciência... teria de esperar pelos abastecimentos!

 

Preparei o relógio e o MP3, que se mantém inteiro por causa da fita-cola! :)

Após a agitação de chegar a tempo e a horas à partida, aproveitei o tempo que me restava para me acalmar e concentrar. Eu, a estrada, um pouco de música e o melhor que conseguiria fazer a cada momento! Parece simples, não é? 

 

Deu-se a partida. 

Em treino, o meu km mais lento costuma ser o primeiro e o mais rápido, o último. É normal demorar um pouco a “embalar”, mas depois continuo a evoluir na corrida, roubando alguns segundos, a cada km que passa. Mas no Domingo não sei o que se passou, estava a rolar demasiado depressa! A sensação era a de que ia no ritmo habitual, mas o relógio dizia-me “estás a ir muito depressa!"

 

Tentei abrandar o ritmo, mas não estava a conseguir. Passei aos 5km com 30:56, cerca de 2 minutos mais cedo do que seria normal. O ritmo estava demasiado elevado e pensei que iria levar uma real ”marretada” algures na 2.ª parte da corrida ou então o meu joelho que até ali não tinha dado sinal - da indisponibilidade que demonstrou durante a semana - iria pregar-me uma partida!

 

O abastecimento aos 5km foi muito, muito bem-vindo, estava a precisar de água desde o km 0! Na minha cabeça, o mal já estava feito, agora era aguardar pela hora de começar a “gemê-las” e já não devia faltar muito!

 

O dia estava frio.

Frio mas bonito, com um Sol generoso na luz, mas tímido na temperatura que o vento teimava em  arrefecer ainda mais! Até ao retorno em Alcântara, fomos contra o vento, após o retorno, o vento cooperava! Contudo no início do km 7, umas nuvens escuras começaram a aparecer no meu horizonte mental! Um incómodo que trazia no joelho bom (!) começou a transformar-se numa dor, pouca intensa - ao início -  mas que parecia não ter intenção de levantar ferro e zarpar!

Incrédula, fiquei incrédula! O joelho que me deu trabalho, durante a semana, estava fino, a aguentar-se que nem um bravo...era o seu irmão que tinha decidido fazer birra!

 

Cá estava! Não se tratava de uma "marreta" mas de um Adamastor que avolumava a cada passada dada! Os metros iam passando e comecei a conformar-me com a luta que teria de travar até chegar a "terra firme" (meta)!

 

As dores não estavam a passar. Abrandei um pouco e tentei gerir o melhor que pude o restante percurso. Cruzar com os corredores da Meia ajudou-me a desfocar do que me apoquentava. Procurei pelos colegas de equipa, que passavam em sentido oposto! Alguém chamou por mim – ou então imaginei coisas – e senti uma injecção de energia! O João Lima localizou-me, encorajou-me com um high five – outra injecção de energia!  Durante alguns minutos foi assim que fiz finca pé ao meu Adamastor!

 

Vislumbro o Museu dos Coches. Sabia que estava perto, mas ainda era preciso gerir mais uns 10 minutos de corrida.

Apanhei boleia com uma corredora que ia num ritmo próximo do meu e que parecia estar a tentar dobrar o seu cabo das Tormentas!

As dores não estavam a diminuir, nem era suposto, pois o ritmo estava elevado, mas próprio de último quilómetro! Honestamente já não sabia quem ia de boleia com quem, mas certo é que naquela linguagem de poucas ou nenhumas palavras entre corredores, lá puxámos uma pela outra! 

 

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                                                                                 Ui que ía a doer...

 

 

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                                                                            " A meta é para ali!

 

Dão-se as últimas gemidelas, aguentam-se as últimas dores e esboça-se o sorriso de quem sabe que fez um bom trabalho!

Terminei dorida, contente e grata por a meta não ser a 100 ou 200m do sítio onde estava!

 

 

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 Olha ela contente!

 

O meu relógio marcava 1:03:07!

Seguiram-se alguns cumprimentos, sorrisos...o típico abanar de cabeça "como é que consegui fazer isto!" Sentia-me satisfeita, mas longe de eufórica...

A “cerimónia” de entrega de medalhas estava a acontecer a uns 40 metros da meta (eh eh), seguiu-se  a hidratação, alongamentos e em todas estas fases, pessoas a distribuírem panfletos!

 

Depois de me proteger do frio, fiquei à espera dos colegas que corriam a Meia e aproveitei para assistir, pela primeira vez, aos pódios de vários escalões.

Já se tinha passado algum tempo desde que tinha cortado a meta e o contentamento tinha sido subtituido por uma "dormência". O animador de serviço informa que os resultados oficiais já estavam disponíveis e lá arranjei curiosidade suficiente para procurar o meu resultado, no site da organização.

Entre as grades que ladeavam a chegada e o pódio, lá estava eu de telemovel na mão a fazer a dita pesquisa...enquanto se processava mais um pódio de um escalão dos 10km. E.... como se fosse uma surpresa absoluta para mim, ao ver que tinha feito afinal 1:03:05 (tempo líquido), comecei a chorar! Aluguei as palmas que batiam aos vencedores do pódio que estava a acontecer e ...ainda chorei mais! Ali fiquei a olhar para o telemovel durante 1 ou 2 minutos, enquanto desidratava pelos olhos! Para rematar aquele momento emotivo  - com um delay de uns 30 minutos - apareceu um moço a oferecer 2 pacotes de leite de soja, que me fez acordar daquele desatino! Limpei o rosto...que depois de 10km de transpiração, umas gramas de sal acumulado na pele, lágrimas e provavelmente alguma mucosidade nasal espalhada nas bochechas, sorri e declinei delicadamente a oferta!

Espero não ter assustado o moço!

 

Pronto finalmente estava a baixar em mim, tudo o que tinha acontecido! eh eh

Agora era aguardar pelos colegas e partilhar com eles a "boa nova"! :)

 

Estacionei-me na chegada em local que pudesse vislumbrar os corredores, as suas expressões, os últimos esforços e os sorrisos! Sítio onde se recebem os últimos incentivos, as últimas palmas, os primeiros abraços e onde alguns vertem as primeiras lágrimas, oh tão bom!  Assistir a estes momentos, tendo agora a noção do que é estar nas suas sapatilhas, é uma experiência completamente diferente! Claro que uma pessoa não é de ferro e como já tinha aberto a "torneira", lá estava eu de lágrima no canto do olho, com as chegadas emotivas, de quem se tinham superado, aguentado e enfrentado os seus Adamastores!

Lá dissipei este estado, ficando à conversa com uma corredora que aguardava a chegada de um corredor....e deve ter sido por estas alturas que passou o João Lima, que ia em modo recordista – para variar! - e deve ter passado a voar, porque não o vi!

Parabéns por mais um recorde, João! :)

Só vi a chegada da Isa, do Vitor e pouco depois do João Cravo!

Parabéns a todos!

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 A armada dos 4 ao km nos Descobrimentos:

João Cravo, Vitor, Isa, João Lima (Meia Maratona) e eu (10k).

 

Retirei uma valente "fatia" ao meu melhor tempo aos 10km (1:08:30), conseguida 2 semanas antes no Corre Jamor, numa corrida com características completamente diferentes da dos Descobrimentos. Por isso relativizo estes 5min:25seg de diferença para a presente marca.

A previsão que tinha feito, seria a de conseguir uma marca na casa do minuto 5. Conseguir uma marca que ficou  perto de descer para o minuto 2, não estava no meu horizonte! Mas aconteceu e estou muito contente!

O ambiente, a energia e a percepção em corrida, é muito diferente da que se vive em treino. Do mesmo modo, a disponibilidade física e mental parecem expandir um pouco mais além do que se conhecia ou se achava ser capaz! 

Agora, resta-me recuperar o "joelho bom" e aguardar pela próxima corrida, que se tudo correr bem, será a S.. Silvestre de Lisboa!

 

Resultados oficiais:

Tempo final: 1:03:48

Tempo de chip: 1:03:05

Tempo aos 5km: 30:56

 

 Boas corridas! :D

 

 

 

30
Nov17

Devo ser feita de papel!


Runner Wannabe

Devo ser feita de papel...

Papel que não derrete à chuva, nem ao calor (quase), mas que não pode levar com muitos esticões! Nada a fazer...a não ser ter algum cuidado!

 

Desta vez, chateia-me um joelho, que começou a dar sinal de que algo não estava bem, no 2.º treino após o Corre Jamor.

Não é a 1.ª vez que estes sintomas me fustigam, mas antes não corria! E como a corrida amplifica em mim, a mínima beliscadura...pronto cá está mais um "rebuçado" para me entreter!

 

Tenho treinado, mas de forma mais conservadora (acho eu), tendo mesmo cancelado o treino de hoje, como forma de dar mais descanso à "dobradiça"! Sinto-a melhor, vamos ver como evolui nos próximos dias...até porque estou inscrita para os 10km dos Descobrimentos! 

 

Boas corridas!

19
Nov17

Corre Jamor...ai!!!


Runner Wannabe

Pessoal, missão cumprida!

Consegui completar o Corre Jamor, sem desfalecer - foi por pouco - terminando com um tempo muito abaixo do que julgava ser possivel, tempo esse que limou a minha única marca - na mesma distância - em 3 minutos e 22 segundos! 

 

 

Sim, foram provas com características e circunstâncias completamente diferentes - em comum talvez só tenham tido, a distância, a boa disposição dos participantes e o facto de em ambas ter dado o tal litro e a tal pinga - se bem que na corrida de hoje, acho que até os vapores se foram!

 

Não consigo descrever as corridas de forma muito pormenorizada. Sei que o dia estava óptimo, nunca antes tinha estado no Estádio do Jamor, que até estava calma antes da "tiro de partida" e que depois ali por volta do 3k começou uma "agonia" que durou até ao fim!

 

Como sabem, treino por percursos praticamente planos e apesar de ter escolhido uns segmentos que implicassem algum sobe-e-desce, nada se comparou ao que hoje tive de ultrapassar! Eu que gosto de soltar algum vernáculo, nem isso fiz! Ando-me a estranhar!

 

A percepção  - distorcida ou não - com que fiquei do percurso, foi de que o único segmento que não é a subir...ou a descer...é na pista, já dentro do Estádio!  João Lima, corrige-me se estiver enganada!

 

                                                                           Foi isto que me pareceu!

 

E foi precisamente o João, que me orientou, incentivou durante todo o percurso e me distraiu daqueles pensamentos parvos que nos fustigam a mente, especialmente quando vamos a deitar um pulmanito cá para fora! 

Muito obrigada João! Já o disse noutro local e repito, foram as minhas pernas que atravessaram a meta, é um facto, mas estiveste sempre ao meu lado a apoiar a parte anímica!

 

Não consegui fazer o percurso sem parar, mas não vejo como o conseguisse completar sempre em corrida! Teria certamente estourado algures! Claro que as caminhadas foram sempre em subidas mais íngremes. Umas vezes sentia falta de cardio, noutras...falta de pernas mesmo! (tanto por fazer em treino!).

 

Lembro-me que aos 4km sentia que já tinha corrido 6km!

Passei aos 5km, na casa dos 34' e pensei "não vou conseguir fazer pelo menos mais 34' disto!"

Aos 6km, reclamei por uma Meta, que acabasse com aquela agonia!

Aos 7km comecei a reclamar com mais veemência!

Ao ver a placa dos 8km, ia-me passando dando uma coisinha má...ou talvez fosse a falta de oxigénio, pois ia a subir! Mas lembro-me de ter resmungado! Tão perto do Estádio e ainda faltavam 2km? E ainda mais resmunguei quando o João a tentar puxar por mim, me incentiva a dar "um tudo", que na altura respondi "estou no limite", mas afinal não estava porque...costuma-se dizer que para baixo todos os santos ajudam...e eu entrei em modo Kamikaze! Não tinha muita força para travar nas descidas...Já não me lembro de ver a placa do 9km, só queria entrar na pista do estádio e terminar! Não sei de onde tirei as últimas energias e foram mesmo as últimas se o João não me dá a mão, acho que nem o bracito levantava na meta! Espero ter disfarçado suficientemente bem para a fotografia!

 

Claro que depois de saber o tempo, arrebitei um pouco!  O suminho da Compal, a água e um pouco de descanso, também têm uma cota parte de responsabilidade, neste "ressuscitar"!

 

IMG_20171119_112506.jpg

                                                                      Aqui já estava mais vivinha! :)

 

Antes da corrida, achava que podia baixar o tempo - não sabia o que me esperava - mas nada durante a corrida me confirmou isso! Muito pelo contrário! Nem a 200m da meta, quando o João me disse que iamos terminar no minuto 8 (depois da hora), eu acreditei!  Achava que me ia dar um fanico e não ia cortar a meta! Mas não deu e ainda ultrapassamos uns corredores! 

Tempo de chip: 1:08:30.

 

Que empreitada! 

Que haja saúde, treino e oportunidade para que para o ano consiga fazer todo o percurso sem paragens!

 

Obrigada João, por todo o apoio, incentivo, amizade e exemplo!

Até breve!

 

Boas corridas!

12
Nov17

O próximo desafio!


Runner Wannabe

Os 4,8K da Mini dos 20km de Almeirim, correram muito bem, é verdade!

O enquadramento foi muito favorável! :) Estava energizada pela estreia nos 4 ao km, o percurso era curto e plano, houve muitas pessoas a apoiar os corredores ao longo do percurso e havia sopa da pedra! :D

Um mimo de experiência!

 

Nos entretantos fui treinando, metendo mais alguns quilómetros nas pernas de modo a preparar-me para o próximo desafio. Desafio que já não é tão curto e de plano, não tem nada! Por outras palavras, Corre Jamor!

 

Vivendo eu quase à beira Tejo - planicie aluvial, a primeira a alagar em caso de cheias - e não me aventurando a correr a solo, por zonas menos conhecidas, tive de me desenrascar com a prata (topografia) da casa!

 

Passei a fazer treinos pelas ruas e estradas que mostrassem a maior inclinação possível, ao mesmo tempo que esticava os treinos para distâncias próximas de 10km! Só para terem uma ideia, o máximo de desnivel positivo que consegui remediar...segure-se quem sofre de vertigens...foram 68m! Ahahah!

 

Tenho cá para comigo que o Corre Jamor vai ser dureza! Não haverá uma única grama do meu ser que não vá estranhar! (Pensamento anti-ansiolítico: espero que a adrenalina  do momento possa compensar qualquer coisita!)

As características desta prova - neste momento - são um pouco de areia a mais para a minha camioneta, mas não é isso que me vai impedir de dar o litro e mais uma pinga! O resto logo se vê!

 

Até lá, boas corridas!

 

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