Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Runner Wannabe

Coisas da corrida de uma pretendente a corredora amadora.

Runner Wannabe

Coisas da corrida de uma pretendente a corredora amadora.

19
Dez17

São só mais umas mazelas...


Runner Wannabe

Ainda estou a tratar dos problemas que afectam os joelhos!

 

Aparentemente, o joelho esquerdo acusou o esforço acrescido, proposto pelo tipo de piso e percurso do Corre Jamor. Está quase bom!

 

O problema que se exteriorizou no joelho direito durante os Descobrimentos, parece estar relacionado com a fáscia e (talvez) isquiotibiais encurtados. 

Em recuperação...

 

Estou a precisar disto:

 

Boas corridas!

 

 

17
Mai17

Nos últimos tempos


Runner Wannabe

Nos últimos tempos, em imagens mais ou menos ilustrativas.

 

 

 O meu humor tem sido função directa das minhas melhoras... e das não melhoras.

(Motivo pelo qual escusei-me de vir para aqui penar de queixume ou rejubilar de optimisto.

Até a mim me cansa!)

 

 

  Massagens, muitas, todos os dias! E são dolorosas...e falar delas é penoso!

Se o polegar da senhora estivesse a coçar a parte de trás da tíbia, era a imagem perfeita!

 

 

Alongamentos (vários) - várias vezes ao dia

(Antes e depois das corridinhas também!) 

Umas corridinhas simbólicas, com gosto a "tão bom"  mas... com nuances de medo!

Imaginem em slow motion...pronto...é isso!

(A pouco e pouco - mesmo muito pouco - vou aumentando a duração das corridas)

 

 

  Eu durante os primeiros 10 minutos da votação do Eurofestival!

Mais alguém se identifica? :D

 

 

2017-02-25 15.56.58.jpg

 Eu, no final das votações do Eurofestival...mas continuava eufórica!

 

 

Pronto, é este o resumo desde a última publicação.

Resumindo: massagens, alongamentos e pequenas corridinhas...and repeat!

As melhorias são lentas...mas é o que se pode arranjar!

 

Boas corridas!

 

 

26
Abr17

Enquanto a malta ia para a corrida, eu ia para o massagista.


Runner Wannabe

Metro de Lisboa, Baixa-Chiado

Um conjunto de corredores fardados a rigor, entrou na “minha” carruagem e sacudiu-me do torpor matinal, de quem não se importa de passar pelas brasas por "só mais cinco minutos"!  Nas paragens seguintes, outros grupos que se dirigiam para o mesmo destino, juntaram-se à festa e compuseram a palete de cores da carruagem, com um claro predomínio de cores que se veem a partir da Lua!

 

Enquanto a malta ia para a corrida, eu ia para o massagista – pensava eu em jeito tugo-fatalista - mas depois lá me distraí com as conversas dos corredores - coisa tugo-típica.

Falavam de tempos, marcas, corridas, equipamentos, treino, particularidades do percurso, provas passadas e provas futuras.

Passaram-se algumas estações, passou-me o sono… e ali estava eu, disfarçada de “civil”, a sorver as informações, a achar piada e a pensar: na próxima Corrida da Liberdade, já poderei usar a vossa “farda” e seguir com o resto do batalhão!

Mais 2 ou 3 estações e sairia.

Desejei boa corrida aos corredores que estavam junto a mim e lá fui levar mais umas marteladas, para endireitar as peças tortas – assim pensava eu…

 

Zona de Benfica

Cheguei cedo…para variar!

Costumo chegar cedo a estas coisas. A culpa foi de uma avó, que me obrigava a estar meia-hora antes da hora marcada, de qualquer coisa! Era o seu conceito de pontualidade “não fosse alguma coisa acontecer", dizia ela.

A minha noção de pontualidade ficou irremediavelmente afectada, contudo, um pouco mais realista. Para mim ser pontual, é chegar 5 minutos antes. Mas desta vez cheguei 10 minutos adiantada!

A acompanhar a leitura de revistas-de-sala-de-espera, tinha como banda sonora, os discursos na  Assembleia da República, transmitidos em directo pela televisão, e os gemidos do cliente que me precedia, ao receber as "bênções" das mãos do Urbano.

 

Gaita! A seguir sou eu, eu sei que isto dói, mas logo de manhã apanhar uma “sova”? Bahhh….

Não me apetecia, a sério, mas tinha de ser!

 

Podes vir S. - disse o Urbano.

 

Antes do “enxerto”, fiz um relatório detalhado, dos quês, dos ondes e de alguma informação que tenha considerado pertinente.

As massagens e as dicas que o Urbano me tem dado, colocaram-me no caminho da recuperação. As evoluções são óbvias (agora), mas foram lentas e dolorosas. Contudo nos últimos dias, aconteceu um salto qualitativo na recuperação da lesão. Melhorias inesperadas na forma como sinto o  pé e tornozelo a reagir às solicitações do dia-a-dia, ou de pequenas corridas, fazem-me agora acreditar que a recuperação total já não será tão morosa. Mas deste assunto falarei na próxima publicação.

 

Para meu enorme espanto, durante a sessão não proferi mais do que 3 “ais”! Trinta minutos e 3 “ais”? É um record! Ainda pensei “será que me estou a habituar à dor?”.

O que se passa é que as inflamações estão a passar, logo as massagens não provocam dor de intensidade semelhante à sentida, em fases mais precoces da recuperação. Aliás, praticamente não senti dor!

Saí mole e relaxada, como não imaginava poder sair! Bocejava que nem uma perdida, e não fosse ter marcado um teste da passada, acho que me encostava a um canto e dormia!

 

Rumei à Sport Zone do Colombo, para o referido teste. Já o devia ter feito, é verdade, mas fico contente por não me ter enganado quanto ao resultado! Mas já lá vamos.

 

Cheguei 10 minutos antes da hora marcada (para variar) e aproveitei para namorar uns trapinhos. Com o aproximar da hora, e após o pagamento do teste, fui encaminhada para a zona de Running tendo-me sido pedido que esperasse junto à passadeira. Como não me apetecia estar sentadinha à espera, continuei a bisbilhotar os artigos de running! 

Excuse me, do you need any help? Um colaborador da Sport Zone, abordou-me assim.

Naqueles milisegundos ainda me senti tentada em responder no mesmo idioma, mas não resisti em desmanchar o mal-entendido.

 - Não, não obrigada, só estou à espera da pessoa que me vai fazer o teste da passada! É você?

 - Ah, desculpe, pensei que não fosse portuguesa!

 - Não faz mal, acontece às vezes.

 - Mas é você que me vai fazer o teste?

 - Não, é uma colega.Fez marcação?

 - Sim e já paguei!

- Vou chamá-la.

- Ok, obrigada!

 

Passados alguns minutos estava em cima da passadeira. Bicho estranho aquele, até nos habituarmos. Depois de uma caminhada, seguiu-se uma corridinha.

 - Costuma correr sem apoiar o calcanhar?

- Não, mas já notei que o estou a fazer aqui na passadeira, dê-me só mais uns segundos para me habituar.

Lá descontraí e o tum, tum, tum dos meus calcanhares lá se começou a fazer ouvir. Imagens feitas. Mas quanto a passadeira parou...vai de tonturas! Tive me agarrar ao braço da máquina e ainda tive de me sentar, para recuperar.

 

A senhora tem síndrome vertiginoso? 

Pensamento 1: Antes tratavam-me por menina, agora já é por senhora? Dassss.....!!!

Pensamento 2: Tenho é fome!

 

Não, deve ser o meu ouvido interno a demorar na atualização, nunca tinha andado nestas coisas, isto já passa!  

(é por estas e por outras que o título de "senhora"/cota se justifica plenamente!)

 

A análise da imagens revelou que apesar de ter passada pronada -  com o pé direito a pronar ligeiramente mais que o esquerdo - o grau não justifica o uso de calçado para passada pronada. A recomendação feita recaiu em calçado para passada neutra. Foi este resultado que sempre suspeitei que o teste mostrasse.

 

Perguntaram-me se estava interessada em experimentar alguns modelos, sem qualquer compromisso de compra. Aproveitei e experimentei 2 pares, uns Nike e uns Asics. O preço de cada um destes meninos tinha 3 dígitos, com os valores a tangenciar as duas centenas de euros! Ainda perguntei se os ténis traziam GPS incorporado, ou se caminhavam sobre a água, ou se carregavam baterias…enfim um rol de parvoíces que ilustravam o meu grau de exigência para com um produto…com aqueles preços!

Mas seria injusto não dizer, que ao experimentar um desses ténis (os Nike), apeteceu-me saltar para cima da passadeira e baixar dos 50’ aos 10K, sem treino, lesionada e antes de almoço…eu sei, ridículo…principalmente porque eram quase 13:00 e eu estava faminta! 

 

Felizmente tive a sorte num aspeto. A técnica que me atendeu, conhece os modelos de ténis que uso e confirmou que para as especificidades da minha passada, os ténis eram adequados. Claro que voltou a fazer referência a modelos super-hiper-mega-caros, mas era o papel dela!

 

Conclusões: andar de mochila e exibir um ar de surpreendida ou perdida, pode levar outras pessoas a pensarem que sou turista e por default, estrangeira; correr em passadeira, é estranho; o meu grau de pronação não justifica sapatos para pronadores; os sapatos que tenho são adequados; sapatos que tangenciam as duas centenas de euros, definitivamente têm de oferecer mais do que falsas sensações de recordes batidos, por margens bizarramente grandes!

 

Corridinhas

Desde a última publicação, aumentei os tempos de corrida. O sr. Tornozelo continua a acomodar bem a carga proposta, se bem que hoje, devido a outros factores, deu um ar de sua graça. 

Comecei por singelos  5' de tempo total de corrida. Depois 7', depois 9' e hoje já registei 11' (7'+4'). É um trabalho em progresso!

As corridas têm sido feitas em asfalto, mas esta manhã, por uma razão que não me recordo, decidi correr em terra batida. Má opção! Ainda é cedo para terra batida. O tornozelo sentiu saudades da estabilidade do asfalto, onde terei de treinar, até a articulação estar forte o suficiente, para conseguir absorver e compensar a instabilidade, provocada pelas irregularidades de estradas de terra batida.

Prossegui com cautela. O plano eram 7’ de corrida + 2’ de caminhada + 4’ de corrida + 2’ caminhada, que foi cumprido na íntegra…mas claro, sabe sempre a pouco! A parte cardio continua a reagir bem.

 

Agora é continuar atenta às sensações que vou tendo e ajustar, consoante considere seguro (espero ter bom senso).

Massagens (auto-massagens), exercícios específicos vão continuar, e com ou sem horta, exercícios de reforço muscular são para ser levados a sério, muito a sério, se me quiser juntar aos batalhões de corredores de “fardas”, cujas cores se veem da Lua! Corredores que comemoram a liberdade, causas solidárias, o bem-estar ou simplesmente a alegria de correr.

 

Bons treinos!

Boas corridas!

13
Abr17

Cinco minutos!


Runner Wannabe

11 de Abril

Consegui finalmente meter-me nas mãos de quem ajuda a recuperar lesões dizendo, " isto não é para fazer festinhas!". E não é mesmo, acreditem!

Excuso-me de pormenores e só digo o seguinte, quando cheguei a casa fiz um banho gelado à perna. Quase chorei de alívio! Estava tão dorida...

 

Na manhã seguinte, ainda dorida - mas menos que no dia anterior - pedalei uma distância simbólica (4km) e fiz uma caminhada (4km), a ritmo tartaruga, apesar de me ter sido recomendado...correr! Pois é... apesar de não ter recebido contraindicação para correr, pelo contrário, recebi incentivo, decidi não o fazer - por aqui se pode avaliar o quanto dorida estava! Só queria dar mais algumas horas de descanso ao pé. Quando me aventurei  experimentar correr, já a noite tinha caído, fiz um Nocturno de 5 minutos...

 

Cinco minutos, porque não corro há muito tempo.

Cinco minutos,  o reflexo do receio de me voltar a magoar.

Cinco minutos de "aguenta-te pá, aguenta-te!",  de cada vez que o pé esquerdo atacava o solo.

Cinco minutos, aos quais quis somar outros tantos, mas que o bom senso (ou medo), insistiu em multiplicar... por 1!

Cinco minutos, porque queria poder correr outros cinco no dia seguinte - e alguns dos seus múltiplos, num futuro próximo.

 

Correu bem, corri muito devagar...a medo, mas não senti dor!

Pé e perna,  ainda tiveram direito a uma sessão de alongamentos, uma massagem ligeira (festinhas) e uma pequena sessão de gelo, para ajudar a desinflamar.

 

Esta manhã o pé estava bem menos dorido, mas a sessão de corrida matutina teve de ser adiada, tendo-se transformado em mais um Nocturno de 5 minutos.

 

E como correu?

Se eu não me tivesse empanturrado com sopa da pedra 45' antes...talvez as coisas tivessem corrido um pouquinho melhor! A corrida mais uma vez foi lenta e sem registo de dor (yey!). No final fiz umas "festinhas" na perna e pé e ofereci ao estômago uma garrafinha de água com gás! De todos, foi o estômago quem mais agradeceu a gentileza!

 

Amanhã talvez já adicione mais 1' ou 2', depende de como me sentir até lá.

Livrar-me por completo da lesão vai levar o seu tempo, mas finalmente já consigo ensaiar umas corridinhas! :D

 

Nota: sopa da pedra e corrida....nahhhh!

 

Boas corridas!

Bom feriado!

 

 

 

14
Fev17

De regresso aos treinos....mas aos poucochinhos!


Runner Wannabe

Cerca de 2 semanas após a ITB me ter afastado dos treinos (ler aqui e aqui), mais afastada fiquei, quando me vi a braços com um conjunto de dores e desconfortos na região abdominal e lombar. Depois de três médicos, um diagnóstico errado (e respectivo tratamento), muitos exames e análises a mostrar que tudo estava bem, as dores permaneciam. A hipótese de se tratar de uma questão muscular, esteve sempre presente, mas nunca foi a prioridade de quem me observou. Decidi dirigir-me a quem trabalha com atletas (profissionais a amadores), com o objectivo de ver confirmada -  ou desmentida -  a hipótese de se tratar de problema a nível muscular. A primeira recomendação que me fez foi, fazer alongamentos, a segunda foi.... correr - mas já lá vamos.

Para quem tinha diminuido drasticamente a solicitação da musculatura do core, para evitar as dores e os desconfortos -  ao longo de muitas semanas - fazer alongamentos pareceu-me...actividade no mínimo... ameaçadora do meu bem estar! Experimentei. Senti-me num filme em câmara lenta, dado o receio em magoar estruturas que sentia estarem fragilizadas, enfraquecidas. Confesso que as expectativas de que resultasse eram baixinhas, mas felizmente estava enganada! Comecei a sentir alívio dos sintomas logo no dia seguinte.

Alongamentos e alguns exercícios de core fazem agora parte da minha rotina diária (2x dia) -  de há  2 semanas a esta parte -  e os resultados começaram a aparecer. Uma semana após dar início aos alongamentos, fui recebida, por um mago das massagens, um milagreiro das recuperações, que me confirmou que pelo menos parte dos sintomas eram efectivamente de natureza muscular. A minha ITB, não passou despercebida e também fiquei a saber que o síndrome da ITB da perna esquerda estava em risco de se fazer sentir - bonito, uma não bastava! A sessão demorou 30 minutos e percebi na plenitude, uma sms que recebi de um amigo, um dia antes, dizendo: "boa sorte e grite à vontade". Houve muito suor, dor e as vocalizações sinalizando os dói-dóis, foram controladas por um buff que levei para segurar o cabelo - que coloquei na boca e mordi as vezes necessárias (muitas).

Resumidamente, levei uma tareia de todo tamanho, que só não me roubou energia para me questionar, como tinha aguentado! Mas aguentei, e regressarei! Foi-me recomendado que continuasse a fazer os alongamentos e que fosse correr no dia seguinte. Por esta é que não esperava, ainda para mais com o corpinho a ecoar dor a cada poro! Ok, estou a exagerar, o corpo só ficou magoado do pescoço para baixo -  e a ideia de correr no dia seguinte, parecia surreal, uma alucinação. E sim, foram muitas as dores que senti no dia seguinte ao acordar, ao levantar e durante os primeiros 2 ou 3 minutos! E depois... não sei para onde foram os  ais, uis, os dasss e as coxeadelas. Vesti o equipamento e lá fui eu...correr, 5 semanas após a última vez! ! Após aquecimento e alongamentos corri o que a ITB me deixou: 1km - sim, esperava ter podido correr um pouquinho mais, mas o meu foco estava sobretudo nas dores lombares e abdominais, que não se assanharam (yeyyy!!!) - a ITB já é uma velha conhecida, não me surpreendeu ter-se feito anunciar.

Passaram-se 5 dias desde que corri pela primeira vez e ontem foram registados 1,7km -  desta vez sem sintomas no joelho, abdómen ou região lombar. Parei por precaução. Parei porque achei a "fruta muita"!

As dores na região lombar e abdominal  ainda se fazem sentir, mas cada vez são menos intensas e aparecem com menor regularidade. Suponho que vá ser uma recuperação lenta - mas não me importo, desde que recupere!

Estou a recuperar aos poucos, estou de regresso aos treinos!

 

 

 

 

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D